Percebemos atualmente que a escola não pode viver sem a família e a família não pode viver sem a escola, pois uma depende da outra para alcançar seu maior objetivo. Objetivo este que é fazer com que o educando / filho aprenda para ter um futuro melhor e assim construir uma sociedade mais justa e digna para se viver. Os pais e a escola devem ter princípios muito próximos para o benefício do filho/aluno (TIBA, 1996, p.140). Tal parceria implica em colocar-se no lugar do outro, e não apenas enquanto troca de favores, mas cooperando: supor afetos, permitir escolhas e desejos, para que a criança se desenvolva integralmente. Se o educando/filho não cumpre as regras da escola e os pais o protegem e discordam da escola, a criança aproveita-se dessas divergências conquistando o que deseja.
Portanto a construção dessa parceria é função de ambos, uma vez que os pais não são os especialistas em educação e em didática e a escola não detém uma estrutura absoluta para educar o cidadão cumpridor de compromissos e responsabilidades.
A relação escola-família se resume no respeito mútuo e no diálogo, o que significa tornar paralelos os papéis de pais e professores, para que os pais garantam as possibilidades de exporem suas opiniões, ouvirem os professores sem receio de serem avaliados, criticados, trocarem pontos de vista. O objetivo da escola é intervir pedagogicamente nessas questões.
Diante disso, realizamos um encontro no dia 26/03/2011, das 9h às 11h, aqui na Escola Damasco com a psicóloga e psicopedagoga Janaina Amaral Palmeira Santos.
Agradecemos a presença de todos!
“Felicidade não é fazer tudo o que se tem vontade, mas ficar feliz com o que se está fazendo”. Tiba (2002, p.123)